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Do mais recente ao mais antigo.
O IVVB11 valeu a pena na última década. O S&P 500, que ele replica, rendeu 19,68% ao ano em reais, contra 10,49% de uma aplicação a 120% do CDI. A taxa de 0,23% ao ano e o imposto de 15% sobre o ganho na venda tiram 1,85 ponto desse retorno. Em 2026, a régua é mais alta: a Selic de 13,75% paga 3,26 pontos acima daqueles 10,49%.
Em reais e com dividendos, o S&P 500 rendeu de -23,43% em 2022 a 59,91% em 2024, e 4,75% em 2025. Descontado o IPCA, o CDI rendeu mais em três dos cinco períodos desde 2022. De janeiro de 2022 a 9 de outubro de 2026, o índice acumulou 24,8% acima da inflação, e o CDI, 42,0%. Sem 2024, o índice teria perdido 18,2% para a inflação.
As "Magnificent 7" são Nvidia, Alphabet, Apple, Microsoft, Amazon, Meta e Tesla, que somavam 34,8% do S&P 500 em 10 de outubro de 2026. Num ETF do índice comprado na B3, são R$ 348 de cada R$ 1.000, contra R$ 130 no fim de 2018. É mais do que as dez maiores do índice pesavam em março de 2000, no auge da bolha de tecnologia.
O Treasury de dez anos atingiu 4,788% ao ano em 3 de setembro de 2026, a maior taxa desde janeiro de 2025. Esse rendimento é o piso de qualquer investimento em dólar. O S&P 500 rendeu 12% no ano em dólar, mas em reais ficou em 5,7%, três pontos abaixo do CDI a 14%. A bolsa americana venceu o piso em dólar; em reais, ainda perde para a renda fixa.
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